sexta-feira, 7 de agosto de 2009

LÍDER DA SEMANA!


Olá, tudo bem?


Venho postar aqui muito feliz neste blog, pois, em conjunto com minha querida Fernanda, sou um dos líderes da semana no jogo AXÉ NA REAL!

Isto significa imunidade e mais uma semana no jogo, porém, também entende-se que eu, juntamente com a Fê, terei de indicar um de nossos companheiros de jogo para o temido paredão, o que é muito difícil de fazer a esta altura do jogo, pois as afinidades, conversas e trocas de experiências mal começaram a ocorrer.


De qualquer forma, estou muito feliz por ser o segundo líder da edição. Bom, volto a postar amanhã, quando disponibilizarei uma nova enquete.


Beijos, acompanhem o jogo!!


Lucas C. S. Portela.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

AXÉ NA REAL: News!!




Olá, tudo bem?




Infelizmente, nesta segunda-feira o jogo teve a sua primeira eliminação. Nem tudo é só maravilhas. A minha conterrênesa, Taissa, foi eliminada ao disputar o paredão com o Junior.


Desejo sorte para a Tai, muito sucesso e espero encontrá-la no carnaval, onde conversaremos sobre muitas coisas boas. Deus lhe abençoe, minha querida.


Quanto ao Alemão (Junior), ficam os meus parabéns e desejos de boa sorte neste desenvolver do jogo...





Quanto a mim, está tudo em paz, a semana está muito, muito muito atribulada, pois é final de unidade no CEFET e provas, trabalhos, seminários, enfim, todos os afazeres de todas as turmas estão acumulados, é uma loucura! Isso, além de minhas obrigações para com a editora. Entretanto, sempre estarei aqui postando pra vocês os bastidores dessa experiência super agradável que é o Axé Na Real. Falando nisso... TORÇA POR MIM!!! (rs)




Volto a postar quinta ou sexta, e desejoa a você, visitante, um excelente dia e uma semana extraordinária.




Fica com Deus.

AXÉ NA REAL: QUESTÃO DE OPINIÃO

A direção do jogo nos mandou um artigo que dissertava sobre a tendência que alguns doa artistas musicais baianos têm de mudar de ritmos ao longo do ano, fora do período carnavalesco, porseguinte, solicitando-nos um parecer sobre as idéias apresentadas no texto. Eis minha opnião:



Sobre as idéias apresentadas pelo texto, podemos considerar que os artistas baianos aderem a outros estilos musicais durante grande parte do ano, e retornam ao axé no carnaval, porque é um mercado que movimenta milhões. Isso é fato, mas deve-se lembrar que uma das maiores reclamações da crítica brasileira é em relação a um artista ser repetitivo e utiliza sempre as mesmas formas para impressionar seu público. Isto engloba vários exemplos como novelas, livros, músicas e etc. Se alguém cria algo que se assemelha com outra que este mesmo já fez, é considerado um pecado no ramo artístico e criativo da arte. O público considerado “povão” é o que menos atenta para estes detalhes, pois estarão assistindo a novela água com açúcar e pulando na corda do caranguejo, ou colando na corda, ou pra lá e pra cá bem feliz, todo ano, durante o carnaval, pois uma coisa é certa. O axé é um ótimo ritmo, entretanto, o mais repetitivo de todos. Os shows dos cantores se repetemcom as mesmas coreografias e músicas, as piadas de Ivete Sangalo são sempre as mesmas, as danças de Daniela Mercury e a apática figura de Bell segurando sua guitarra como se fosse um cão com um osso para agradar o seu público, sem dá um passo para frente ou para trás, Durval sempre perguntará o que todos já se cansaram de responder, afinal… ”O Asa Arrêa”? Enfim, essas características estarão em todas, absolutamente todas as manifestações do axé. É só você observar seu artista preferido e notar como cada apresentação tem com certeza, mais de um aspacto que se repete durante anos…
Sendo assim, a viagem que estes artistas fazem por outros ritmos, mesmo que seja algo comercial, acredito que é algo que engrandece a cultura. Em outros países, estilos se cruzam, idéias são partilhadas e novas tendências são lançadas. Por que aqui no Brasil o perfil se consolidaria de forma retógrada a pensar que todo artista tem que se consolidar apenas no seu ritmo, até o final da vida, sem nenhuma abertura ou percepção sobre outras manifestações culturais que está ao seu redor? E qualquer mudança é tida como uma jogada de interesse? Uma questão de preconceito. Acredito então que esta passagem por outros ritmos, repito, é um ponto muito positivo para os atistas baianos, exceto para aqueles que são repetitivos por natireza, e não largam o axé justamente porque como é expresso na dissertação, é um mercado milionário.